sexta-feira, abril 23

São Jorge

Salve Jorge! Dia do nosso Santo Guerreiro, que me acompanha em minha batalhas e me ajuda a sobreviver nesse mundo tão perigoso. Que cada dia mais São Jorge intermedeie minhas orações com Deus, e que possa me conceder tudo o que eu desejo e peço ajuda. Muito mais do que pedir, agradeço-lhe meu Santo Guerreiro, por eu ter saúde, pessoas que amo saudáveis, moradia, comida. Parabenizo ao Senhor pelo o dia de hoje e peço que renove minha fé e me purifique de todos os meus pecados.



Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge Rogai por Nós.




E que o Senhor me livre de todo mal. Amém.

Nikita

Hoje acordei cedo. Como já de costume, íamos a missa de São Jorge, dessa vez só eu e meu pai, minha mãe estava passando mal desde a última madrugada. Acordei, me arrumei e meu pai fez o mesmo. Nos despedimos da minha mãe e fomos em direção ao portão, quando chegamos na metade da garagem, encontramos Nikita deitada, esticada, sem respirar, com um líquido preto que parecia ter escorrido de sua boca. Entrei em estado de choque, eu e meu pai paramos diante dela e então eu fiz a pergunta que eu imaginava que ele estivesse pensando: "Ela morreu?" , com vontade de ouvir uma resposta negativa. Voltei pra casa correndo, chorando, entrei no meu quarto e lembrei da primeira vez que a vi com os olhos ainda lacrimejantes.
Nikita, foi minha segunda cachorra, ganhamos ela antes de nos mudarmos pra cá, poucos anos depois que compramos o Jonny. Ela era uma mistura de Pastor Alemão e vira lata, e era muito grande. Veio numa ninhada de doze cachorros, e era a maior, parecia uma bola de pêlos. Quando chegamos com ela em casa, Jonny começou a cheirá-la, e ela agarrou em sua orelhas mordendo-as - já que eram enormes por ele ser da raça Cocker Spaniel - e ele saiu correndo com ela pendurada.
Ano passado o Jonny morreu, ele já estava velhinho, meio doido e um pouco cego. Ele era incrívelmente apaixonado por ela, eram parceiros pra tudo. Mas morreu acidentalmente. A Nikita foi pular um portão que só estava apoiado, e ele foi atrás dela - com sempre - e então o portão caiu sobre a cabeça dele. Desde lá, Nikita apresentava comportamento estranho, ficava sentada em frente ao portão, não brincava mais com a gente - por mais que tentassêmos -, não ligava mais pra nada. Apesar de também ser velhinha, ela estava quieta demais.
De uns dois dias pra cá, ela piorou, só ficava encolhida num canto, deitada, quieta. Nem ia no portão mais, nem latia, nada, apenas deitada. Já desconfiava que isso estava perto de acontecer. Mas a morte, mesmo que previsível, sempre é assustadora pra mim.
Desejava tanto que ela fosse humana, ou que pelo menos me entendesse durante algumas horas. Queria dizer a ela o quanto ela representou pra mim, e dizer que ela fez parte da minha infância e da minha adolescência. Que apesar de já ter aprontado poucas e boas comigo, nada apagaria o que eu sentia por aquele monstro gigante vira lata de orelhas abaixadas. E que sim, eu falarei para os meu filhos sobre ela, e sempre me lembrarei com muito carinho daquela minha primeira cachorra que maltratava meu Cocker. E que se o seu papel aqui na Terra foi atingir o coração das pessoas com mensagens subliminares, se veio a mando de Deus para nos mostrar o que é fidelidade, proteção e amor, ela conseguiu. aQue se eu tivesse a oportunidade de escolher novamente um cachorro naquele caixote, seria ela novamente.

Vá com Deus Nikita, descanse em paz.


Algumas pessoas são a favor das baleias.
Outras, das árvores.
Nós gostamos mesmo é de cachorro.
Os grandes e os pequenos.
Os de guarda e os brincalhões.
Os de raça e os vira-latas.
Somos a favor dos passeios, das corridas e travessuras, de cavar, coçar, cheirar e brincar.
Somos a favor de parques com cachorros, de portas para cachorro.
E da vida de cão.
Se houvesse um feriado internacional em que todos os cães fossem reconhecidos por sua contribuição para a qualidade de vida na Terra, nós seríamos a favor também.
Porque somos loucos por cachorro.
Cachorro é tudo de bom.

Jennyfer Derossi

quinta-feira, abril 22

Evolução? Cadê?



Qual é tio Darwin, é caô a teoria da evolução?

terça-feira, abril 20

A arrogância é a arma dos incompetentes

Hoje na minha aula de psicologia, minha professora falou essa frase: "A arrogância é a arma dos incompetentes". Analisei a frase por alguns minutos e coloquei exemplos de pessoas arrogantes, cheguei a conclusão de que sim, são incompetentes. E o pior de tudo é pensar que além de incompetentes e arrogantes, são infelizes. Se eu pudesse desejar algo a todos que me atacam, atacaram ou anseiam atacar, seria a felicidade. Você sendo feliz você não vai querer prejudicar seu próximo, você vai estar ocupado com algo que te deixe feliz independente do que seja isso, mas como eu digo: A felicidade alheia, incomoda o mundo. As pessoas não podem saber a intensidade, a duração, os motivos da sua felicidade. Pessoas assim, deveriam por a mão na consciência e pensar: Pra que prejudicar o próximo se isso não me trará nada de positivo? Não trará nada de positivo, nada de negativo, não trará absolutamente nada. Mas ao meu ponto de vista, essas pessoas querem holofotes, querem atenção, luz, querem aparecer, custa o que custar, o importante é aparecer. Pessoas assim precisam de atenção, precisam de olhares, mesmo que não sejam positivos, o importante é se mostrar, porque não são felizes. Eu posso dizer com todo orgulho e certeza do mundo: Sim, eu sou feliz. Mas eu não vejo e nem mesmo imagino essas pessoas fazendo isso, porque do jeito que são, da forma que agem, NUNCA encontrarão quem deseja o bem delas. Podem ser que as queiram por algum tempo, algo momentâneo, e que quando descobrirem suas verdadeiras faces e personalidades se afastarão, por medo, horror e até pena. Alguns podem demorar mais do que os outros, mas no fim irão embora, pois se não nunca viverão em paz, assim como elas. Tem que saber o que é felicidade e saber o bem que ela faz, saber não, descobrir, porque ainda não a conhecem. A felicidade traz um bem enorme a gente, te faz sentir mais leve, mais espontâneo, pacificador e mais verdadeiro. E quem a conhece, nunca deixará ir embora, e se deixarem, lutarão para recuperá-la. Mas antes de tudo, precisam conhecer, para descobrirem que não precisamos fazer mal a outras pessoas para nos sentir felizes e em paz, pelo o contrário, acredito que tudo o que vai, volta. Cedo ou tarde, volta. Então, felicidade a quem me deseja mal e sinceramente, que se FODA o que acha de mim, EU SOU FELIZ desse jeito. :*

domingo, abril 18

Charlie Brown Jr *-*



Em plena na sexta feira (lembrando que estudo sábado e Paulo trabalha) fomos pro show do Charlie Brown, na companhia de um casal amigo, Ronald e Luciene, uma amiga minha, Carol, e a prima dele, Gabriela. As meninas da Agnela abriram o show, depois alguns DJ se apresentaram até a chegada do grupo. Chegaram por volta de três horas da manhã, com muitas dificuldade pelo o que disseram. O show é legal, recomendaria, mas não aproveitei tanto quanto gostaria. Estava com muita dor nas costas por tanto tempo de espera, estava com sono também, pelo fato de ter acordado cinco e meia naquele dia e os DJ's não serem tão bons nas mixagens. O Paulo estava com fome, com dores e nem cantava mais as músicas tocadas. Os dois desanimados, com sono e doloridos. Resolvemos ir embora com o show ainda rolando, mas fiquei sabendo que eles não cantaram muito depois que fomos embora. Uma coisa que me chocou foi o fato das drogas , principalmente a loló, tinha por todo o lado, sendo usada por meninos e meninas, de pouca e muita idade, em quantidade inimaginável. Cheguei em casa por volta de cinco horas fedendo a cigarro, e praticamente não dormi, pois levantava às cinco e meia. Bem, mas valeu à pena, pois era um show que eu morria de vontade de ir, e fui com meu amooor. :)

Algumas fotos aí do show:

Carol, Gabriela e eu.



Luciene e Ronald, eu e Paulo.




Paulo e eu.

Se tiverem a oportunidade de ir pro show deles, não percam tempo. E rezem para que eles cheguem na hora esperada por todos.

Beijos e flashes,
Jennyfer Derossi
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