Já me descontrolei, já xinguei, já gritei, já chorei de raiva, já explodi, já agredi, já estapiei, alguém, já ofendi, já me descabelei. Já fiz o que não deveria fazer, já agi precipitadamente, e me arrependi. Aprendi, porém, muita coisa com o pouco que passei.
Aprendi a controlar minhas emoções, e fazer com que não determinem como vou agir/reagir. Me torno imprevisível, inconstante, uma incógnita. Não quero que as atitudes alheias determinam como serei, se eu quiser ser o que sou, vou ser independente da posição do outro.
Ouvi uma vez uma história, de um homem que todos os dias de manhã ia até uma banca de jornal e desejava ao jornaleiro "bom dia". O jornaleiro, todavia, não tendo a mesma educação de seu cliente, resmungava algo ofensivo. Um dia um amigo desse homem perguntou a ele porque ele ainda falava com o jornaleiro, ele respondeu: "Ele não vai determinar como eu sou".
Concordo com ele, às pessoas não podem determinar como somos. Devemos reagir como quisermos. Devemos ser independentes dos outros, não podemos determinar nossas atitudes através deeles.
Minhas emoções eu policiarei-me para controlá-las, porém sou humana, às vezes elas tomarão conta de mim. Mas quero me tornar o que eu quiser, quero falar o que eu quiser, quero ser o que eu quiser, independente da posição do meu próximo.
Não quero ser sempre explosiva, e acabar descontando em cima de quem não deveria. Mas também não quero viver com nenhuma angústia, arrependimento. Deixarei meu destino me levar, e determinarei (quando possível) como reagirei em situações determinadas.
Aprendi a controlar minhas emoções, e fazer com que não determinem como vou agir/reagir. Me torno imprevisível, inconstante, uma incógnita. Não quero que as atitudes alheias determinam como serei, se eu quiser ser o que sou, vou ser independente da posição do outro.
Ouvi uma vez uma história, de um homem que todos os dias de manhã ia até uma banca de jornal e desejava ao jornaleiro "bom dia". O jornaleiro, todavia, não tendo a mesma educação de seu cliente, resmungava algo ofensivo. Um dia um amigo desse homem perguntou a ele porque ele ainda falava com o jornaleiro, ele respondeu: "Ele não vai determinar como eu sou".
Concordo com ele, às pessoas não podem determinar como somos. Devemos reagir como quisermos. Devemos ser independentes dos outros, não podemos determinar nossas atitudes através deeles.
Minhas emoções eu policiarei-me para controlá-las, porém sou humana, às vezes elas tomarão conta de mim. Mas quero me tornar o que eu quiser, quero falar o que eu quiser, quero ser o que eu quiser, independente da posição do meu próximo.
Não quero ser sempre explosiva, e acabar descontando em cima de quem não deveria. Mas também não quero viver com nenhuma angústia, arrependimento. Deixarei meu destino me levar, e determinarei (quando possível) como reagirei em situações determinadas.


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